Mas para o fatal beco sem saída, eu tenho a luz... A minha. Até hoje não fiquei presa em nenhum túnel, todos foram sempre generosos comigo e sempre me mostraram a saída. Muitas vezes cansada por causa do "percurso", mas sempre pronta para recomeçar, e trilhar novos caminhos, "novos" olhares e certamente acompanhados de novas armadilhas. Acredito que é por aí... Não vou dizer que é fácil abrir mão de certas coisas, não! Impossível mesmo é abrir mão daquilo que se é. Foi a minha opção. Claro que as perdas foram muitas, mas eu não me arrependo. Não me corrompi, não fiquei exposta a venda, não ganhei troféus e nem construi castelos, mas em compensação posso andar de cabeça erguida, esse com toda certeza, o maior prêmio que a vida me deu. Eu sou... E não abro mão! Rosângela Cunha



































































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Adoro quando você vem me ver!