Desde que abri os olhos, no primeiro instante desse
dia que já está quase findando, estou sendo
"dominada"por uma saudade atrevida, dessas
que jamais deveria invadir o meu peito,
sem me pedir licença para esse
"pouso", que um dia quase me mata de
tanto abandono e agonia...
Mas se eu resisti a "tudo"aquilo,
que também teve suor frios e arrepios,
resistirei também a todas as armadilhas,
dessa saudade vadia que chega de vez
em quando, e toca fogo aqui dentro
e arde mesmo sem eu querer,
mas não dói só me faz estremecer,
o que também me faz pensar
que eu não quero esquecer,
e que mesmo sem eu querer,
vou lembrar sempre de você,
de saudades, pode crer!
Rosângela Cunha



































































Rosângela,
ResponderExcluirEssa saudade que não dói, essa vontade que na realidade não passou e esse amor que ainda causa um poema tão lindo, deve ter sido daquele tipo de amor que nunca mais na vida vai ser sentido. Apesar da dor de um adeus, novas possibilidades surgem na vida. Só não podemos nunca, fechar o nosso coração para o mundo, para o novo, para aquilo que nos desperta.
Adoro suas palavras, até seus poemas são fortes e cheios de personalidade.
Beijo grande.
Rebeca
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chora peito..... maravilha sua forma de viver vejo um olhar doce e suave abraço
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